Un fragmento de una experiencia EAD: cómo alinear a tutores y estudiantes para un único objetivo de aprendizaje y enseñanza a distancia.

 

El 19 de marzo de 2020, todas las actividades productivas en los continentes occidental y oriental se desaceleraron debido a una grave pandemia causada por una mutación del Coronavirus, llamada Nuevo Coronavirus o COVID - 19.

El distanciamiento y el aislamiento afectaron todas las áreas de las actividades humanas y sociales. En particular, el área educativa, que todavía es considerada por la sociedad como la más refractaria a los cambios paradigmáticos que se han producido en el planeta en los últimos dos siglos, tuvo un fuerte impacto en términos de la adopción, casi inmediata y obligada, de TICS y TACs, y la aceleración de la Tecnología Educativa, en sus sentidos restringidos y amplios.

La discusión continua sobre los beneficios y los daños, los pros y los contras de la educación totalmente presencial y la educación a distancia, intermediada por la adopción de modalidades semipresenciales y la educación híbrida.

De la noche para el día, miles de instituciones y millones de docentes y estudiantes fueron "obligados" a establecer una forma, improvisada o no, ya que muchas escuelas ya estaban en un nivel tecnológico avanzado, para establecer un "vínculo" pedagógico para que los procesos de enseñanza y aprendizaje podrían ocurrir, dada la interrupción del funcionamiento físico y físico de la mayoría de las instituciones.

Y es en este fragmento del universo educativo que presentaremos una experiencia nuestra, aunque modesta, para el logro de objetivos educativos, utilizando Tecnología Educativa, TIC y TAC, de la mejor manera posible en nuestra rutina profesional y educativa.

Participamos en la empresa educativa privada más grande de Brasil, Cogna Educação, que mantiene KROTON Educacional, el conglomerado educativo privado más grande de nuestro país y el segundo en el mundo, con más de 1,500,000 estudiantes, en todo el territorio brasileño, desde pre escuela, educación básica y universitaria.

En 2019, Kroton invirtió alrededor de R $ 7 mil millones en sistemas de tecnología digital (software, hardware, plataformas, etc.), para la optimización de este gigantesco complejo de enseñanza y aprendizaje, en los modos cara a cara, semi-cara a cara y totalmente a distancia, siendo una de las mayores referencias en educación a distancia en Brasil y en el mundo.

Aun así, la pandemia de COVID -19 también tuvo un fuerte impacto en sus sistemas y procesos de gestión y educación.

En una operación de guerra real, en menos de 72 horas, Kroton migró a unos 350,000 estudiantes de la educación en el aula a la educación a distancia[1].

A partir del 19 de abril de 2020, esta era la situación de la institución, dados los principales cambios sociales, de comportamiento y económicos causados ​​por la pandemia:

Quando ficou claro que as suas 176 unidades de ensino superior espalhadas por todos os Estados brasileiros teriam de ser fechadas, a Kroton, divisão de ensino superior da Cogna, tomou uma decisão arrojada. Em 24 horas, teria de colocar todos os 350 mil alunos presenciais para estudar no modelo de ensino a distância (EAD).

Pode parecer uma decisão fácil. Afinal, a Kroton já contava com 470 mil alunos estudando online. Mas era uma engenharia complexa, facilitada por algumas questões.

A primeira delas é que todos os alunos do grupo educacional já tinham pelo menos 20% da carga horária online. Portanto, já contavam com login, senha e acesso ao ambiente virtual.

O desafio era preciso migrar 100% do conteúdo do curso para a nova plataforma. O próximo passo foi treinar professores para gravar suas vozes nos PowerPoint que apresentavam em salas de aula. Além disso, os docentes passaram também a produzir vídeos, de 10 a 12 minutos, com seus próprios celulares, com os resumos dos conteúdos.

A parte final do processo de migração foram as aulas online, com os mesmos professores no mesmo horário da aula presencial. Neste caso, a Kroton usou a ferramenta Teams, da Microsoft, para conectar todos os alunos.

Essa operação de guerra foi comandada por Roberto Valerio, CEO da Kroton, um executivo que está à frente da divisão de ensino superior da Cogna.

“Na média, tínhamos mais ou menos 130 mil acessos diários, ou seja, alunos do presencial que acessavam diariamente o ambiente virtual”, disse Valerio, em entrevista exclusiva ao NeoFeed. “Esse número já pulou para 250 mil na primeira semana. Agora está na faixa de 300 mil diários. ”

Não são poucos, entretanto, os desafios de Valerio por conta desse novo cenário em que 100% de seus alunos de ensino superior estão online. Ele não sabe ainda qual será a taxa de inadimplência a partir de agora. Mas se prepara para oferecer uma linha de crédito para aqueles que precisarem.

Não está também nos planos da Kroton reduzir mensalidades. O grupo educacional, cujo valor de mercado é de R$ 6 bilhões, alega que seus custos aumentaram por conta do Covid-19.

“Não temos nenhum plano de reduzir mensalidades porque não temos redução de custos”, afirma Valerio. “Todos os nossos professores presenciais continuam trabalhando e recebendo salários, assim como o coordenador do curso e o diretor da unidade. ”

No quarto trimestre de 2019, a Cogna reportou um prejuízo líquido de R$ 168,3 milhões. O grupo educacional aumentou também a provisão para créditos de liquidação duvidosa em R$ 181 milhões.

O motivo? As incertezas ligadas à pandemia do Covid-19 na capacidade de pagamento dos alunos. A seguir, a entrevista de Valerio ao NeoFeed:

A Kroton migrou todos os seus alunos presenciais para o ensino a distância?
Nós temos 820 mil alunos no total. Desses, 350 mil são presenciais. E os outros 470 mil são de ensino a distância (EAD). Desde 16 de março, quando fechamos as nossas unidades, os alunos presenciais estão também estudando via educação a distância. Em menos de 24 horas, viramos todos esses alunos para o EAD.

Como fizeram isso?
É aí que entra a experiência que temos com educação a distância há 15 anos. Somos, na prática, os pioneiros com a educação a distância no Brasil. A Unopar, que é nossa maior marca, foi a primeira universidade a desenvolver isso. Já formamos mais de 1 milhão de alunos através da educação a distância. Hoje, 100% dos nossos alunos, mesmo os presenciais, tinham alguma parte de educação a distância. No ano passado, até 20% da carga horária dos alunos dos cursos presenciais poderia ser a distância. O que significa dizer que todos os nossos alunos já tinham um ambiente virtual de aprendizagem, um login, uma senha e estavam acostumados a assistir a videoaulas, a consultar biblioteca e a fazer exercícios num ambiente virtual. Só que faziam para 20% da carga horária. “Já formamos mais de 1 milhão de alunos através da educação a distância”

Como foi implementado?
Temos 32 mil disciplinas produzidas em EAD. Não quero entrar muito na tecnicidade, mas uma disciplina é um conjunto de conteúdos que chamamos de objetos de aprendizagem. Já tínhamos produzido 480 mil objetos de aprendizagem diferentes, seja um exercício, um pequeno vídeo, um podcast. Tudo isso estava pronto. Por que foi simples fazer? Já tínhamos a plataforma e os conteúdos, era só habilitar os conteúdos na plataforma que o aluno já estava acostumado a usar.

Teve algum curso que foi mais difícil de fazer essa virada?
Sim. Tem um curso que tem uma especificidade. É o de medicina. Ele foi o mais complexo. Até porque não era permitido pelo MEC (o ministério passou a permitir EAD no curso de medicina). Então, essas atividades são feitas através de aulas gravadas pelos professores e também por transmissões ao vivo. E, ao longo dos dias, fomos implementando e subindo conteúdos à medida que íamos produzindo.

Como tem sido o uso por parte dos alunos?
Como eles já estavam acostumados a usar, observamos um aumento de engajamento e de acessos neste ambiente virtual. Na média, tínhamos mais ou menos 130 mil acessos diários, ou seja, alunos do presencial que acessavam diariamente o ambiente virtual. Esse número já pulou para 250 mil na primeira semana. Agora está na faixa de 300 mil diários. Como tenho 350 mil alunos, quase todos entram uma vez por dia para fazer as aulas. Dentro do ambiente, a quantidade de cliques e atividades aumentou 81%.

Como são as aulas dos cursos?
Já temos as videoaulas e os conteúdos pré-gravados para a educação a distância. Apesar de a nossa unidade presencial estar fechada, nosso professor está em casa e continua trabalhando. Ele está gravando aulas e tem usado duas metodologias. Uma delas é bem simples: o próprio PowerPoint que ele usa para dar algumas aulas. Ele grava uma voz em cima desses slides e sobe no ambiente virtual para o aluno assistir a essa aula. Ensinamos também eles a fazerem pequenos vídeos. Em vez de dar uma aula de uma hora, eles gravam vídeos de 10 a 12 minutos, no próprio celular, e postam. Em uma semana, criamos também uma ferramenta, onde os professores podem dar aulas ao vivo. Nos mesmos horários em que ocorreriam as aulas presenciais, o professor entra ao vivo e dá a aula.

Como é o acompanhamento do aluno e como serão as provas?
Temos uma metodologia chamada de avaliação continuada. O que isso quer dizer? O aluno não só faz a tradicional prova bimestral, como também a avaliação continuada. Como a metodologia e os conteúdos estão no ambiente virtual, à medida que o aluno faz os exercícios, acompanhamos as entregas e o desempenho. Acompanhamos o engajamento, isto é, se ele está fazendo os exercícios nos momentos em que deveria e os resultados desses exercícios para criar uma ponderação de nota. Temos como acompanhar semanalmente o engajamento do aluno através dessa ferramenta.

É uma ferramenta própria?
Sim, a plataforma que usamos é a Moodle, que é open source. Mas ela foi incorporando várias coisas. Há quase quatro anos, por exemplo, adquirimos uma startup de adaptive learning, um sistema que entende a sua resposta, vê se você está acertando ou não e te propõe novos conteúdos para aprender. Essa aquisição plugamos ao Moodle. As transmissões de aulas ao vivo dos professores estamos fazendo através do Microsoft Teams.

É meio que um chavão, mas toda crise é também uma oportunidade para alguns setores. A educação online sairá fortalecida dessa crise?
Acredito que sim. Mas tenho uma crença que o equilíbrio está sempre na educação a distância com a “presencialidade”. O aluno presencial, em geral, tem um preconceito por desconhecimento das experiências digitais. E esse momento vai servir para romper essas barreiras. Se nosso aluno presencial tinha algum preconceito com a educação a distância, ele vai cair. Mas não significa que o presencial vai deixar de existir. Até porque muitos dos nossos cursos de educação a distância, como o de enfermagem e o de engenharia, têm carga horária presencial por conta de laboratórios e estágios nas unidades básicas de saúde. “Se nosso aluno presencial tinha algum preconceito com a educação a distância, ele vai cair. ”

A Kroton vai reforçar os investimentos em educação a distância?
Sempre fizemos investimentos em educação a distância. Vamos prosseguir com nosso roadmap de transformação digital, mas não posso te dizer que vai aumentar muito mais.

A Kroton tomou medidas para reduzir custos?
Ao contrário. Nesse processo todo, nós temos, inclusive, gastado até mais. Tivemos que aumentar a infraestrutura dos ambientes virtuais e comprar mais banda de internet.

Vocês são, então, uma rara empresa que não está tomando medidas para preservar o caixa.
Olhando para o futuro, vamos tomar sim medidas para reduzir custos. Até porque existe uma incerteza do que vem pela frente. Ninguém tem essa resposta. O que estamos fazendo é: todos os investimentos que podem ser segurados, estamos revisando. Estamos fazendo conta de quanta economia de fato gera uma unidade quando ela está fechada. Ela é pequena porque continuamos pagando os professores, mas economizamos com energia elétrica e com água. Todas essas contas estão sendo feitas. E acredito que não tenha um empresário no Brasil que não esteja fazendo isso. Mas é importante dizer que temos uma posição de caixa bastante confortável. Fizemos um follow- on em fevereiro. Temos R$ 3 bilhões no caixa da empresa, o que nos dá tranquilidade para tomar decisões inteligentes sem desespero. Cada setor tem uma situação específica. No varejo, quando se fecha às portas, para de entrar dinheiro. No nosso caso, o aluno ainda está estudando e vamos ter mais informações à medida que os meses passam para saber se vai ter aumento de inadimplência ou não.

Você ainda não conseguiu fazer a conta do impacto no negócio, como o número de inadimplência ou de novas matrículas?
Não. Temos cenários, mas eles são ainda com pouco “data points”. Precisamos de mais “data points”. Vou te dar um exemplo de porque não temos. Fechamos as unidades na segunda quinzena de março. Os pagamentos já tinham sido feitos, porque os vencimentos são na primeira quinzena. Precisamos ver o que vai acontecer com os pagamentos daqui para frente.

A Kroton está estudando algum plano para aliviar os pagamentos das mensalidades dos alunos?
A resposta é sim. Já fazemos financiamentos. Hoje, 16% da base de alunos do presencial é financiada através de um programa chamado PEP, que é um parcelamento. Eles pagam 50% agora e 50% depois de formado. Ou 30% agora e 70% depois de formando. Temos esse produto financeiro dentro de casa. Não vai ser novidade para nós. O que vamos fazer é, dependendo das necessidades dos nossos alunos, aumentar esse nível de financiamento para que ele possa passar por essa fase. Não sabemos o que vai acontecer, mas sabemos que é transitório. “Hoje, 16% da base de alunos do presencial é financiada através de um programa chamado PEP, que é um parcelamento. ”

É uma nova linha de crédito que vocês vão anunciar? O que há de concreto nesse plano?
O concreto é isso. Temos uma linha de financiamento própria. Usamos o nosso balanço para financiar o aluno. Vamos continuar fazendo isso. Em que dimensão? Não sei ainda.

Você comentou sobre redução de investimentos. De que ordem?
Essa informação não posso abrir. Até porque ela não é final. Temos vários cenários.

As mensalidades dos cursos a distância são menores do que os presenciais. E a Cogna (holding que controla a Kroton), em teleconferência com analistas, informou que não pretende reduzir as mensalidades. Por quê?
Não temos nenhum plano de reduzir mensalidades porque não temos redução de custos. Todos os nossos professores presenciais continuam trabalhando e recebendo salários, assim como o coordenador do curso e o diretor da unidade. O que entendemos é que não houve uma mudança de modalidade. O que houve é uma transição para uma solução temporária através da educação a distância. Ao contrário, estamos gastando mais dinheiro para manter toda a estrutura.

Com qual perspectiva que a Kroton trabalha para o retorno das aulas presenciais?
Trabalhamos com uma perspectiva de retornar as atividades em julho. Acompanhamos diariamente e seguimos as recomendações da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde. Então, isso pode mudar. O plano inicial é abril, maio e junho fechado e retornando as atividades presenciais em julho.

 

En nuestro microuniverso, dado que contamos con dos unidades o centros de educación a distancia en la Universidad Anhanguera en los municipios de Río de Janeiro e Itaguaí - RJ, con aproximadamente 1.200 estudiantes, con un 80% estudiando en la modalidad semipresencial y con alrededor del 20% En la modalidad de aprendizaje totalmente a distancia, también nos vimos afectados e involucrados localmente por esta situación de pandemia y de grandes cambios cognitivos, socioemocionales y de comportamiento, también tuvimos la oportunidad de aprender de las dificultades situacionales que presenta esta nueva e inesperada situación.

Nuestro equipo de tutores está compuesto por 24 profesores especializados, maestros y médicos, todos con habilidades, competencias y habilidades digitales desarrolladas, pero que, en un primer momento pandémico, también se vieron afectados profesionalmente por este momento complejo y problemático de esta pandemia agresiva.

En el período inicial, entre el 19 y el 31 de marzo, las comunicaciones aún no eran efectivas y productivas entre el grupo de tutores y estudiantes, dada la idiosincrasia del estudiante efectivo, las condiciones económicas y las posibilidades de acceso a herramientas tecnológicas, además de sus teléfonos inteligentes, como la deficiencia y el alcance de las redes de comunicación e internet en diferentes regiones de la Ciudad y el estado de Río de Janeiro.

Por lo tanto, cada uno de los tutores eligió usar la herramienta disponible que era más apropiada para su uso particular y que cumplía, aunque sea mínimamente, los intereses y necesidades de los estudiantes, con respecto al contenido, las evaluaciones y la comunicación tutor-estudiante.

A mediados de abril, observando las diferencias en efectividad y calidad y servicio para la mayoría de los estudiantes, a través de las herramientas digitales disponibles, comunicamos a todos los tutores, para que nos informaran qué y cómo utilizaron la plataforma de comunicación para Promover la comunicación y la relación tutor-alumno en las reuniones en línea, que aún se llevan a cabo de forma individual y sin supervisión directa de los coordinadores académicos de las unidades de enseñanza.

Este fue nuestro primer enfoque para descubrir qué herramientas fueron utilizadas por nuestros tutores y se distribuyó de la siguiente manera:

Después del análisis, se distribuyó de la siguiente manera:

Una vez que se conoce la forma de comunicación y uso de las herramientas para el proceso de enseñanza-aprendizaje mediante la tutoría, intentamos organizar este flujo de uso para verificar qué camino estaba llegando más y mejor, más efectivamente a la mayoría, o la totalidad de nuestros estudiantes, ahora 100% EAD.

Enviamos a todos los tutores una comunicación destinada a alinear mejor sus esfuerzos y estrategias para transmitir mejor los contenidos y mantener una relación y comunicación más efectiva y afectiva con sus estudiantes, manteniendo su interés y motivación para continuar sus estudios en este contexto de pandemia problemático:

 

UNIVERSIDADE ANHANGUERA

POLO SANTA CRUZ - Município do Rio de Janeiro

POLO ITAGUAÍ - Município de Itaguaí – RJ

20 de abril de 2020

Às Coordenadoras e aos Tutores.

  • Comunicamos que a partir do dia 22/04/2020 até o final do semestre letivo previsto em calendário, as suas tutorias deverão ocorrer nos dias e horários que já eram ministradas quando as mesmas eram semipresenciais.

  • As tutorias estarão sendo acompanhadas também pelas coordenações do polo.

  • Os tutores deverão utilizar a ferramenta de aula on line da sua preferência, conforme já informada às coordenações dos polos.

  • As tutorias deverão ter, no mínimo, a duração de 80 minutos, em dois blocos de 40 minutos e intervalo de 10 minutos entre os dois blocos.

  • As tutorias deverão ter controle de frequência enviada à coordenação após a realização da mesma.

  • Os alunos serão informados deste sistema de aulas através das coordenações e dos seus respectivos tutores, com os quais solicitamos este apoio na comunicação e divulgação.

  • Qualquer dúvida a coordenação estará disponível para dialogar com os tutores e alunos.

A Gestão dos Polos

 

Con la alineación del uso de las herramientas, ahora bajo la supervisión y monitoreo de las coordinaciones, la tabla presenta los siguientes cambios:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desde el 22 de abril de 2020 hasta el 29 de mayo de 2020, nuestros 24 tutores alinearon sus comunicaciones con el 100% de los estudiantes, manteniendo el incumplimiento y la evasión en niveles que aún permiten la sostenibilidad de los cursos de pedagogía, Servicio social, administración, gestión de recursos humanos, gestión de marketing, gestión pública, educación física y logística, entre otros 56 cursos ofrecidos por la institución.

El 27 de mayo de 2020, Kroton invita a todos los tutores, en todo el territorio brasileño, en todas sus unidades, hoy en un sistema de emergencia y 100% remoto, que utilizan la plataforma Microsoft Teams, con el objetivo de unificar sus acciones y convergen las actividades para un mejor uso del proceso de gestión, comunicación tutorial y enseñanza y aprendizaje.

Curiosamente, o mesmo país que irradiou a pandemia do COVID – 19 para todo o planeta, é o mesmo que nos ensina, há milênios, através de um ideograma que significa que "crise é sinal de oportunidade".

E esta foi a nossa maneira de aprender um pouco mais sobre a utilização, ainda que caótica inicialmente, das TICs e TACs, para uma Tecnologia Educacional cada vez mais aperfeiçoada, acessível e colocada a serviço do desenvolvimento humano e social tão almejado por toda a humanidade neste florescer do Século XXI.

 

Referencia

 

https://neofeed.com.br/blog/home/a-operacao-de-guerra-da-kroton-que-colocou-350-mil-alunos-online-em-24-horas/ Acceso en 29 de mayo de 2020.

 

[1] https://neofeed.com.br/blog/home/a-operacao-de-guerra-da-kroton-que-colocou-350-mil-alunos-online-em-24-horas/ Acceso en 29 de mayo de 2020.

Video del profesor: Entrevista a Fabio Tarasow

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fabio Tarasow, Coordinador del Proyecto Educación y Nuevas Tecnologías en Flacso (Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales). 

 

Una reflexión de Tarasow sobre el auge de la Educación a Distancia.

 

Prácticas Educativas con Tecnologías – ¿Existe un auge de la Educación a Distancia?

La educación a distancia se combina un poco a la tradición histórica y la función social que ha tenido la educación a distancia a lo largo de dos siglos con las nuevas tecnologías. La educación a distancia tuvo este rol de poder llevar la oferta educativa o las posibilidades educativas alejadas de los centros urbanos donde no había establecimientos educativos, posibilitando el acceso a la educación. Apareció la educación del e-learning con esta idea de que mezclamos la educación en el mundo virtual, generando la primera nueva revolución educativa con las tecnologías que ha generado el primer modelo de educación a distancia mediada por tecnologías.

Ese modelo fue ampliando las posibilidades educativas porque efectivamente los entornos virtuales o el internet ofrecía mayor facilidad de llegada de las propuestas educativas a diferentes lugares y eso incluye los cursos en línea. Se juntan entonces la necesidad social y la tradición histórica de tener propuestas educativas dispersas y que lleguen hacia toda la población con los nuevos escenarios educativos y tecnológicos que posibilitan pensar cómo llegar con esa oferta a todas las personas, una etapa de auge porque todavía estamos creando el modelo pensando la mejor manera de generar propuestas educativas utilizando las tecnologías disponibles porque se habla de pasar de educación a distancia a educación en línea.

Históricamente se pensaba la educación a distancia como esta posibilidad de llevar la propuesta educativa a lugares remotos. El problema era la distancia porque ¿cómo le transmito al que está lejos? Al principio fueron libros que se hacían la información, y el estudiante después mandaba sus respuestas a sus trabajos y la devolución a sus trabajos iba y venía. Después, tecnológicamente, se podía hacerlo por el cine o la televisión o radio, y hoy en día la web… siempre la tecnología estuvo para resolver el problema de distancia como una manera de transmitir información. Entonces, lo que se hizo fue ese mismo libro o esos mismos materiales impresos como se fueran la web de hoy.  

Desde lo pedagógico uno sabe que formar no es transmitir, es decir, la enseñanza no se limita y no puede ser solamente la transmisión de la información. Por lo tanto, el uso de las tecnologías para crear posibilidades de aprendizaje de personas que no pueden acceder a los centros educativos sería la educación en línea donde no importa lo lejos que estén sino lo que importa es encontrarse en el espacio virtual, pues en línea son entornos reales existentes donde se producen interacciones reales donde hay trabajo real y concreto para los los estudiantes y los docentes. La educación en línea lo que hace es desplazar el foco del problema de la distancia a centrarse en generar un entorno en línea que congregue a todos los participantes del proceso educativo: los estudiantes, los docentes, los contenidos, a trabajar las actividades y lograr interacciones significativas entre ellos. Debido a la combinación entre el pedagógico y el tecnológico al mismo tiempo donde lo tecno pedagógico es pensar el dispositivo, lo que van a utilizar los estudiantes y los docentes integralmente con una teoría pedagógica y con fundamentos tecnológicos, y el diseño es integral, algo que se piensa todo junto por qué la tecnología es el encuentro entre los entre los estudiantes y lo que puede generar las actividades.

Es necesario pensar el entorno educativo combinando lo pedagógico y lo tecnológico al mismo tiempo. Enseñar no es transmitir como se hace con una actividad dada a los alumnos como una manera de ayudar a la construcción del conocimiento, llevando en cuenta que desde lo presencial tienen un rol de acompañamiento. Todavía, cuando se habla de educación en línea se aposta que el docente ayude a construir un entorno donde el alumno pueda construir sus conocimientos a través de la que el docente construye a través del entorno que prepara para eso.

 El docente en línea es como un realizador del teatro en el que hace la misa de todo lo que va a suceder y piensa las actividades y piensa lo que puede ir pasando y que lo pruebe porque además, no al contrario del teatro, lo que sucede en un aula no tiene un guión preestablecido y uno puede pensar cosas y después hay que ir reajustando porque no se piensa la planificación es como un plan ideal o más o menos un bosquejo de plantas. Entonces, los docentes en línea deben formarse con las capacidades de pensar los entornos sobre cómo plasmar sus objetivos en las actividades en una secuencia, como acompañar a los alumnos en la construcción de ese conocimiento, cómo utilizar las herramientas disponibles para ayudar a lograr eso, como ser diverso en las propuestas que tienen, y no caer simplemente en bueno “lean esto y respondan estas preguntas”; en un foro hay que mostrar y ayudar a que tengan diversidad de ideas que utilicen toda la riqueza, todos los formatos, todas las posibilidades que la tecnología brinda.

Mural colaborativo por:

José Zaib Antonio, Karla Paola Negrete Esparza, Mônica Conte Campello.

La formación del profesorado como docente en los espacios virtuales de aprendizaje

 

Todo docente necesita comprender lo que aprende y aprender a aprender

 

Las tecnologías ponen a la disposición del docente diversos recursos electrónicos como software, documentos, página web, etc., así como su participación en la red es facilitada. Una de las posibilidades emergentes derivadas de estas tecnologías instaladas en los centros educativos es el uso de entornos virtual de aprendizaje (EVA) para apoyar la labor docente, extendiendo la clase más allá de las fronteras del aula. Los entornos virtuales de aprendizaje son además útiles para que los docentes puedan formarse de manera continua, participando de experiencias de formación centradas en perspectivas educativas constructivista de raíces socio culturales, donde la interacción con los pares, la reflexión y el construir conocimiento en forma colaborativa son aspectos centrales.

Es necesario al docente conocer el lugar y los objetos en ese entorno educativo que van allá de los muros del aula. Urge cambiar este modelo formativo e incorporar en la formación del profesorado las herramientas para capacitarlo como un profesional que esté más cerca de ser un trabajador del conocimiento, un diseñador de entornos de aprendizaje, que un mero transmisor de información. La información y el aprendizaje ya no está relegada a los muros de la escuela ni es ofrecida por el profesor de forma exclusiva a los alumnos de esta generación digital. Los roles que tradicionalmente han asumido los docentes enseñando un currículum caracterizado por contenidos académicos hoy en día resultan inadecuados. A los alumnos les llega la información por múltiples vías (televisión, radio, Internet, etc.) y los profesores no pueden ignorar esta realidad.

Bajo esta perspectiva, el papel del profesor debería cambiar desde una concepción distribuidora de información y conocimiento hacia una persona que es capaz de crear y orquestar ambientes de aprendizaje complejos, implicando a los alumnos en actividades apropiadas, de manera que los alumnos puedan construir su propia comprensión del material a estudiar, y acompañándolos en el proceso de aprendizaje.

La formación inicial del profesorado debe diseñarse de tal modo que permita crear las competencias adecuadas para formar profesionales que dominen la didáctica especifica de las diferentes materias y una serie de elementos educativos transversales que todo profesional de la educación debe adquirir. Las TIC permiten una nueva complementariedad entre el aprendizaje formal en la escuela y el aprendizaje informal fuera de ella. Para alcanzar esta formación es necesario que el profesorado sea formado utilizando las herramientas y metodologías que después deberá aplicar con sus estudiantes. En este sentido, un elemento clave para la formación es el aprendizaje de las estrategias para gestionar entornos virtuales de aprendizaje.

Por médio del CMC (Comunicación Mediada por Computador) hay la posibilidad de crear entornos de aprendizaje que posibilitando el trabajo colaborativo y potenciando la construcción de conocimiento en una comunidad de aprendizaje. Se promueve entonces espacios para la reflexión opuestos a la clásica transmisión de conocimiento del profesor al alumno. En relación con el rol del tutor, se plantean nuevas competencias y habilidades: deben estar preparado para generar un dialogo efectivo con los participantes y entre los participantes, de modo que se favorezca el aprendizaje activo, la construcción de conocimiento cooperativo y/o colaborativo.

Los roles fundamentales del moderador:

a) Lo organizativo supone preparar la conferencia y estimular la participación, requerir la participación regular en el proceso, invitar a expertos a que puntualmente se incorporen al proceso, u ocasionalmente de hacer que los estudiantes conduzcan la discusión, establecer la agenda de la conferencia, determinar los objetivos de la discusión, el itinerario y la especificación de las reglas que la marcarán;

b) El aspecto social crear un ambiente amistoso y socialmente positivo que sea propicio para el desarrollo de un ambiente de aprendizaje positivo en comunidad;

c) El aspecto intelectual enfocar los puntos fundamentales, recapitular y evaluar las intervenciones.

Los roles y responsabilidades del moderador en la conferencia computacional ocurren en cuatro categorías: pedagógica, social, administrativa y técnica:

1) En la pedagógica, el tutor es un facilitador que contribuye con conocimiento especializado, focaliza la discusión en los puntos críticos, hace las preguntas y responde a las contribuciones de los participantes, sintetiza los puntos y destaca los temas emergentes;

2) El social necesita habilidades para crear una atmósfera de colaboración que permita generar una comunidad de aprendizaje;

3) La administración requiere conocer el software para poder generar subconferencias, grupos de trabajo, y mover o borrar mensajes de la conferencia;

4) El aspecto técnico debe garantizar que los participantes se sienten cómodos con el software y si es necesario apoyarlos.

Uno de los principales roles del tutor es el de “moderador” de la discusión que tiene como desarrollar la discusión en tres etapas: planificación, intervención en el desarrollo, y cierre. Es necesario una formación del tutor para dotarlo de las habilidades necesarias para cumplir un adecuado rol en la moderación de la conferencia.

El modelo de capacitación E-moderación para E-moderadores posee las 5 etapas de bienvenida, inducción, enseñanza, construcción de conocimiento y desarrollo. Cada etapa finaliza con una conferencia para discutir sus impresiones y avances en la etapa. Una estrategia podría ser crear una comunidad de aprendizaje con los tutores, donde ellos compartan sus experiencias, los problemas encontrados, las estrategias utilizadas, etc. De esta forma estarán construyendo conocimiento em forma colaborativa para mejorar su trabajo y utilizando las mismas estrategias que deben desarrollar en sus estudiantes.

Existe un claro consenso que la actualización docente es una de las claves para la implementación de procesos de enseñanza innovadores que potencien más y mejores aprendizajes. Las TIC pueden apoyar los procesos de formación continua de los docentes a través de los espacios virtuales de aprendizaje. Las experiencias de formación virtual de docentes les permite acceder a actualizaciones en línea, diseñadas por equipos pedagógicos calificados y de cobertura a nivel nacional o internacional. Permiten al mismo tiempo la adquisición de parte de los profesores de nuevas competencias y habilidades para enfrentar en mejores condiciones una próxima experiencia en esta área.

Las TIC están produciendo cambios en la formas de enseñanza y aprendizaje. En la forma en que los profesores y aprendices se relacionan con el conocimiento nuevo y las forma en que los agentes involucrados en el proceso educativo interactúan. Particularmente relevante resultan los efectos de los aspectos comunicativos y sus impactos en las modalidades de enseñanza a distancia y semipresencial, aunque también comienzan a tener efectos en las clases tradicional presencial. Es necesario tener en cuenta estos elementos a la hora de incorporar las TIC en el diseño instructivo de un entorno virtual, pues la sola incorporación de estos espacios no garantiza la interacción, la colaboración ni la construcción de conocimiento.

La generación de recursos tecnológicos, de contenidos educativos en red, la difusión de prácticas innovadoras es necesaria. Un modelo docente centrado en el estudiante requiere, por parte del profesor, de una mayor variedad de materiales y, por tanto, debe trabajar en red y en la red. Es necesario una formación del tutor para dotarlo de las habilidades necesarias para cumplir un adecuado rol en la moderación de la conferencia. fundamental que la formación inicial y continua del profesorado incorpore en sus planes y acciones, la capacitación requerida para el diseño y tutorización de los entornos virtuales de aprendizaje.

REFERENCIA

 

Gros Salvat, B. y Silva Quiroz, J. (2005). La formación del profesorado como docente en los espacios virtuales de aprendizaje. Revista Iberomericana

Dispositivos tecnopedagógicos para enseñar: el diseño en la Educación en Línea

 

Diseño en EeL.

 

Educación en Línea: EeL – modalidad diferente de la educación presencial y de la Educación a Distancia. La riqueza del diseño en entornos en línea está dada por la plasticidad de los mismos. El proceso de diseño implica tomar decisiones sobre una gran diversidad de elementos que permiten concretada, generando diversos dispositivos educativos. El diseño de una propuesta de EeL lleva al diseño de IEL: Intervenciones Educativas en Línea. Diseñar una intervención en línea es definir y crear un microuniverso: el proceso de diseño trasciende la idea de que toda propuesta es un curso en línea y se consideran todos los posibles formatos y tipos de intervenciones que respondan a los objetivos que se proponen. A partir de ello, se inicia la construcción del dispositivo tecnopedagógico que una propuesta de EeL está viva y depende de lo que los actores realicen en el transcurrir de la misma.

Concretar y detallar el diseño consiste en definir con claridad el tipo de propuesta que se pretende desarrollar. Tipo de propuesta se refiere a una caracterización genérica que implica considerar si se trata de un curso, una carrera, una comunidad de práctica, una red, un taller, un evento masivo de corta duración, etcétera. El diseño, por lo tanto, sólo puede ser concebido como un marco de acción sobre el cual es posible modificar, cambiar, tomar nuevas decisiones. Es una hipótesis de trabajo, supone una representación de la propuesta, una posibilidad de anticipación, un carácter de prueba o intento.

El carácter hipotético del proceso de diseño ayuda a ordenar y dar sentido a una propuesta de EeL que puede ser adaptada y modificada de acuerdo con la realidad, experiencia o situación específica en que se desarrolle el proceso de su puesta en juego. Es indispensable trabajar desde un enfoque en el que se valora la necesidad de dar tiempo a que se desarrolle el proceso de construcción que supone aprender y desde el que se reconoce que, al tratarse de una práctica social y humana, no todo podrá anticiparse, aunque se conozca el grupo de estudiantes, el contenido a enseñar y la estrategia a desarrollar.

Tejiendo relaciones entre pedagogía y tecnología en el espacio en línea hay las actividades e interacciones que se podrán realizar entre los principales actores y elementos involucrados: docentes, estudiantes, contenido, espacio de interacción en línea, materiales didácticos, etcétera. La presencialidad o la no presencialidad no son una cualidad distintiva. Lo que guia el proceso de especificación del diseño formativo es un pensamiento pedagógico/didáctico que configura la racionalidad pedagógica del proceso. Las decisiones pedagógicas deberían presentarse «por delante» de las herramientas. Hay casos en que en un diseño se proponga, por ejemplo, el uso de «blogs» o «wikis» sin que se especifique por qué, para qué y qué resultados se espera. Al hacer este tipo de inclusión de las herramientas, tiende a convalidarse la idea de que son las tecnologías las que tienen la facultad de generar cambios y producir resultados por sí mismas. Al carecer de una justificación o una racionalidad pedagógica, estas actividades no suelen producir los resultados de aprendizaje esperados, aún cuando resulten aparentemente divertidas o exitosas «<escribimos en un wiki», «hacemos un blog», son ejemplos típicos de esta situación.

Los equipos que trabajan en el diseño de propuestas de EeL deberían ser capaces de imaginar, crear y construir las mejores propuestas, seleccionando entre los recursos disponibles o adaptándolos a las necesidades específicas cuando fuera posible. Esto implica tomar decisiones estructurales respecto de los territórios donde se llevarán adelante los procesos educativos y, por lo tanto, requiere que las dos «áreas» de pensamiento mencionadas se conjuguen para dar lugar a un nuevo campo, el de la toma de decisiones sobre la arquitectura de los espacios e interacciones en línea, a fin de favorecer las tareas de enseñanza y las actividades de aprendizaje de los alumnos. Dispositivos tecnopedagógicos ponen de relieve el lugar de las TIC en la constitución del campo de la EeL y su rol condicionante respecto del desarrollo de propuestas. El diseño tecnopedagógico, como referente inmediato que es de la práctica educativa, condiciona y orienta los usos que profesores y alumnos hacen de las herramientas, recursos y aplicaciones TIC que incorpora. Cada nuevo dispositivo tecnopedagógico supondrá una identidad única, en la medida en que exprese las necesidades y condiciones de un proyecto pedagógico particular visualización arquitectónica de nuestro territorio digital, en la que se comenzará a poner em orden y forma al entorno, al espacio de interacción, y se pensará con mayor especificidad en los actores y roles previstos junto a las actividades que realizarán los participantes que puedan promover los processos de aprendizaje deseados y que guiarán, en gran medida, las decisiones específicas a tomar en torno a cada uno de los ítems planteados.

Un espacio en línea es, de algún modo, un espacio vacío. Un entorno de educación en línea vacío no es per se más o menos colaborativo, más o menos conductista. Estas características del entorno como colaborativo, conductista, constructivista, está dado por el diseño con el que sea moldeado, por las actividades de aprendizaje propuestas y por las formas de intervención del docente.

Desde la perspectiva de la educación en línea, existe el espacio común de interacción, donde los participantes se encuentran en constante diálogo, intercambio y producción y creación conjuntas. En forma concomitante, los clásicos materiales de estudio específicamente diseñados dejan de ser el centro y es necesario repensar cuál es el rol de los mismos dentro de una propuesta y qué características deberán reunir en forma coherente con el resto de la propuesta de educación en línea.

En la EeL, el rol del docente es un papel central y activo en las etapas de diseño y de implementación de una lEL. A diferencia de muchas propuestas que se encuentran en la red, en esta perspectiva el docente no es un «respondedor» de dudas y preguntas, ni exclusivamente un evaluador de exámenes y trabajos entregados. Propuestas educativas como las que estamos presentando, plantean una alta demanda para el docente, dando lugar a una presencia casi permanente del mismo para acompañar a los participantes: las actividades orientan a los participantes de una propuesta, indican el recorrido a realizar a lo largo de un período determinado, facilitan la relación participante-contenido y, si este es el caso, propician el intercambio con los pares y la construcción conjunta de conocimientos.

 

 REFERENCIA

 

Schwartzman, G., Tarasow, F. y Trech, M. (2014). Dispositivos tecnopedagógicos para enseñar: el diseño en la educación en línea. En De la Educación a Distancia a la Educación en Línea. Buenos Aires: Homo Sapiens. (Páginas 37 a 62). 

Video: El papel del docente en los entornos educativos online

Manuel Area-Moreira: Dr. en Pedagogía y Catedrático de la Universidad de La Laguna (Islas Canarias, España) en el Departamento de Didáctica e Investigación Educativa en la Facultad de Educación.

 

Él aborda el tema del papel o las funciones de un docente en los entornos educativos online.

¿Cuál es el papel o debería ser las funciones pedagógicas de un docente en los entornos online? El papel que siempre ha tenido el profesor en cualquier espacio educativo, o sea presencial o a la distancia, que es el crear condiciones o situaciones para que los estudiantes obtengan experiencias de aprendizaje que sean valiosas como convertirse en los protagonistas de cualquier proyecto de aprendizaje a través del ciberespacio, a través de la red, y esto implica la utilización de wikis, de blogs, de redes, utilizando los recursos digitales y actuando como los creadores del conocimiento, los creadores de cualquier contenido de información, los creadores de los objetos digitales que integran o incorporan ese contenido, ese conocimiento. Eso significa que los estudiantes tienen que generar y plantear las tareas para que elaboren textos o documentos hipertextuales que adopten formato de imágenes audiovisuales, que sean incluso objetos digitales físicos como los robots, aplicaciones o apps para software educativo.

Los estudiantes deben ser los protagonistas no solo de aprendizaje a través de la red sino de creación de contenidos y objetos digitales.  Es necesario generar entornos para que los estudiantes además de protagonistas o creadores sean capaces de construir y apropiarse del saber del conocimiento que construyen personalmente y esa construcción sea a partir de la experiencia que los estudiantes obtienen en los entornos digitales. Hay un concepto vinculado en esa forma de apropiarse del conocimiento que es el concepto de que los alumnos sean capaces de generar su propio personal learning environments, un entorno personal de aprendizaje que incorporaría todos los objetos que van creando selección de recursos web que ellos utilizan como reflexiones personales, autoevaluación.

Hay tres metáforas obtenidas del propio ciberespacio para definir esas funciones o papel del docente en esos entornos:

1) el docente tiene que ser el creador, el generador de sus propios materiales didácticos digitales y esto la metáfora dice que actúe como una especie de dj que remezcla el remix que está muy de boga también en la cultura de ciberespacio que remezcla objetos digitales, informaciones, contenidos de tal modo que genera material didáctico adaptado a las características y necesidades de los propios estudiantes o del propio proceso educativo y esto implica el tiempo de dedicar a buscar aquellos vídeos, blogs, lecturas, objetos que pueden tener un interés para incorporarlos a su entorno digital;

2) el profesor como lo que se conoce actualmente como un curador de contenidos que filtra la información para el proceso de aprendizaje que considera valiosa para sus alumnos de lo que se está publicando o produciendo en la red. Capacitar el estudiante a decidir y saber cuál es la información valiosa y cuál la irrelevante no para ciertos propósitos;

3) el docente como una especie de community manager donde el entorno virtual no sea sólo un sitio donde el alumno encuentra información colgada publicada por el profesor sino de algún modo sea también una comunidad donde se discute, se participa, se intercambia información. En esa interacción social, el profesor tiene un papel clave en la docencia online: estimular que esa red social de aprendizaje de los estudiantes de un determinado curso, materia o titulación esté en constante intercambio y fluidez comunicativa.

El entorno online es donde hay tres grandes tipologías o dimensiones de aspectos que configuran dicho entorno o espacio de aprendizaje. Hay que haber actividades electrónicas que tienen que complementar y cumplimentar se tiene que haber contenidos en distintos formatos multimedia y tiene que haber comunicación social teniendo en cuenta una estructura básica de un entorno educativo.

Hay un decálogo de las tareas del docente online: 

1) El docente tiene que generar espacios de comunicación para que los estudiantes puedan hablar e interaccionar y esto significa que permanentemente tiene que estar en flujo constante: foros de debate, chats o vídeo chats, videoconferencias, encuentros hangout, correo electrónico. El profesor que debe estimular y crear condiciones para que los alumnos estén constantemente comunicándose;

2) generar tareas para que los alumnos hagan cosas diversas que les estimulen cognitivamente como pueden ser leer, escribir, analizar una información – buscar reflexionarla, intercambiarla, debatirla, valorarla. Deben ser actividades de diversa tipología cognitiva; 

3) estimular tareas que combinen unas de tipo individual con otras más colectivas: las individuales pueden ser pedirles a los estudiantes que construyan sus diarios, blogs o algunos ensayos de tipo personal; las colectivas pueden ser construir diccionarios, wikis, documentos conjuntos con otros compañeros o hacer la evaluación compartida; 

4) ofrecer en el entorno virtual un calendario detallado de las tareas que tiene que desarrollar un estudiante cuando se encuentra perdido y por ello es necesario ofrecer la guía del calendario que establezca temporalmente todas las acciones que debe desarrollar; 

5) toda tarea del entorno virtual tiene que ir acompañada por una guía, por un conjunto de recursos u orientaciones que explicitan que le dicen al estudiante cómo debe ser el proceso de realización de esa tarea o esa actividad; esas guías pueden adoptar formatos distintos bien de texto, de lectura o una videopresentación que expliquen y oriente el modo de realizar; 

6) estimular la motivación y participación del alumnado de los estudiantes matriculados en un curso online que luego lo vayan abandonando por la que se va haciendo compleja o complejo o por la razón que sea o falta de disposición de tiempo en el; estar atento a la participación de cada uno de los estudiantes y animarles cuando no haya debates en los foros, plantear la pregunta adecuada; 

7) el profesor tiene que ser una especie de dj que construye de objetos digitales de aprendizaje pues tiene que  incorporar documentos para el estudio de los contenidos y eso significa que bien los crea el propio profesor o bien los selecciona de los que ya existen no en formato de videoclips, de podcast, de animaciones o de otros textos de lectura; 

8) tener una especie de tablón de comunicación de noticias constante y permanente, manteniendo una cierta comunicación de qué tarea hay que hacer en tales fechas, ofrecer nuevas notificaciones de entrega de trabajos; 

9) mantener de forma constante y periódica lo que sería una especie de tal de tablón de noticias de información que ofrece el profesor al conjunto de los participantes de un curso y el tema de la evaluación es fundamental y esto significa que previamente a la ejecución al desarrollo de una tarea por los clientes éstos deben saber cómo van a ser evaluados y con qué criterios va a considerar valioso en la valoración de los trabajos los criterios de evaluación que un profesor debe tener en cuenta a la hora de confeccionar y estructurar un entorno virtual; 

10) un alumno cuando entra en un entorno virtual entra a través de la interacción con una máquina, con una tecnología y por tanto algo que es fundamental es que perciba note la presencia la visibilidad digital de su profesor y esto significa estar ofreciendo constantemente por parte del docente feedback, tutorización, respuesta inmediata a cualquier duda, a cualquier pregunta, a cualquier trabajo, es decir, tiene que notarse la presencia humana cuando un alumno trabaja online y este es la labor tutorial de seguimiento de evaluación continua del profesor.

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© 2016 por Monica Campello. Escritora para a glória de Deus! Professora graças a Deus!